10ª Edição

Biópsias líquidas são utilizadas para distinguir nódulos pulmonares malignos ou benignos

por: Grupo Oncoclínicas
Biópsias líquidas são utilizadas para distinguir nódulos pulmonares malignos ou benignos

Comissão científica

Carlos Gil
Carlos Gil
Clarissa Mathias
Clarissa Mathias
Mariana Laloni
Mariana Laloni

Colaboradores

Mariano Zalis
Mariano Zalis
Rodrigo Dienstmann
Rodrigo Dienstmann

A biópsia líquida, teste feito em uma amostra de sangue para buscar células cancerígenas ou fragmentos de DNA de um tumor, já é utilizada de forma rotineira no câncer de pulmão para selecionar as melhores opções de drogas de acordo com as mutações encontradas em cada paciente. Estudos recentes também têm avaliado o seu potencial para distinguir nódulos pulmonares malignos de benignos no processo de diagnóstico da doença.

Para essa aplicação ser viável, porém, ainda é necessário melhorar a sensibilidade e a especificidade da técnica, de acordo com uma revisão publicada em abril no periódico Thoracic Cancer.

Segundo Rodrigo Dienstmann, médico oncologista e diretor do Laboratório OC Precision Medicine, do Grupo Oncoclínicas, no futuro, o rastreamento para câncer de pulmão deve envolver uma combinação de procedimentos diagnósticos. Por exemplo, a detecção da lesão por tomografia a partir de exames sequenciais ao longo do tempo, e não apenas por um exame isolado, muitas vezes será combinada com um procedimento menos invasivo para aumentar a acurácia diagnóstica, que poderá ser a biópsia líquida. “É o mais promissor para ajudar a diferenciar se aquilo é ou não câncer”, afirma.

“Hoje, a biópsia líquida para estratificação molecular e determinação do tratamento no câncer de pulmão, principalmente o de não pequenas células, é uma rotina bastante aceitável, principalmente porque você pode evitar fazer uma biópsia tradicional ou lavado broncoalveolar”, diz Mariano Zalis, diretor de genômica do Grupo Oncoclínicas. A outra possível aplicação é o monitoramento da doença residual mínima após a cirurgia. Esse tipo de teste individualizado permite detectar se existe DNA tumoral circulando no sangue após a cirurgia.

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