8ª Edição - Especial Simpósio

Cirurgia robótica em câncer renal eleva chances de preservação das funções e acelera recuperação do paciente

por: Grupo Oncoclínicas
Cirurgia robótica em câncer renal eleva chances de preservação das funções e acelera recuperação do paciente

Comissão científica

Bruno Ferrari
Bruno Ferrari
Carlos Gil
Carlos Gil
Paula Ugalde
Paula Ugalde
Sérgio Azevedo
Sérgio Azevedo

Colaboradores

Carlos Augusto Andrade
Carlos Augusto Andrade
José Milfont
José Milfont

Ainda trazendo informações sobre o 8º Simpósio Internacional Oncoclínicas, realizado virtualmente no fim de 2020, destacamos três painéis dedicados ao debate das neoplasias geniturinárias, com foco no câncer de bexiga, renal e no de próstata. Alternativas terapêuticas para preservar a bexiga, em doença musculoinvasiva, a importância das testagens genéticas no combate à neoplasia na próstata e os avanços em imunoterapia foram alguns dos pontos altos das discussões, que contaram também com a realização de uma cirurgia ao vivo.

Um procedimento cirúrgico, coordenado por José Milfont, diretor do Instituto de Urologia do Rio de Janeiro – Urotech, foi realizado ao vivo em um paciente de 73 anos com um carcinoma de células renais no rim direito. “O desafio foi retirar o tumor com preservação do rim, sem causar insuficiência renal, em um paciente hipertenso e diabético, doenças que podem afetar a função renal”, comenta. O cirurgião destaca também os benefícios inestimáveis da robótica, que permite a realização de cirurgias urológicas complexas com maior segurança e eficácia devido a magnificação da imagem, redução de tremores e ser minimamente invasiva.

Nos debates sobre manejo clínico das neoplasias geniturinárias, o oncologista e coordenador dos painéis, Carlos Augusto Andrade, da Oncoclínicas – RJ, destacou a importância das novas alternativas para preservar a bexiga: “O tratamento da doença musculoinvasiva é a cistectomia, porém, em pacientes que não desejam retirar a bexiga e naqueles em que não há condições clínicas para a cirurgia devido a comorbidades, podemos oferecer o tratamento combinado com quimioterapia e radioterapia”.

Acesse o nosso site e leia a reportagem completa. Aproveite e navegue também por outros artigos que compõem a cobertura do 8º Simpósio Internacional Oncoclínicas.

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