5ª Edição

Trabalhos apresentados no congresso da ASH 2020 estão impactando a prática hematológica

por: Grupo Oncoclínicas
Trabalhos apresentados no congresso da ASH 2020 estão impactando a prática hematológica

Comissão científica

Carla Boquimpani
Carla Boquimpani
Evandro Fagundes
Evandro Fagundes
Jacques Tabacof
Jacques Tabacof
Rosa Arcuri Vasconcelos
Rosa Arcuri Vasconcelos

Colaboradores

Eduardo Paton
Eduardo Paton
Mariana Oliveira
Mariana Oliveira
Rafael Cunha
Rafael Cunha

A presente edição do OC Journal Hematologia traz algumas discussões promovidas durante o Encontro Anual da Sociedade Americana de Hematologia (ASH, American Society of Hematology), que aconteceu no fim de 2020.

Uma delas é sobre o REACH 3, estudo cujos dados sugerem uma nova alternativa terapêutica para o tratamento de segunda linha dos pacientes que, depois de transplantados, desenvolvem a doença do enxerto contra hospedeiro crônica (DECH). Ele comparou o uso de ruxolitinibe (10 mg ao dia) com o melhor tratamento disponível. Eduardo J. A. Paton, coordenador técnico de Transplante de Células Hematopoiéticas e Terapia Celular do Oncobio – MG e do Biocor – MG, comenta que o ruxolitinibe apresentou uma taxa de resposta global significativamente mais alta na 24ª semana de tratamento do que o BAT.

Já os estudos TOURMALINE e APOLLO combinam dados importantes sobre a adição de ixazomibe e daratumumabe a outras terapias para tratar pacientes com mieloma múltiplo. O hematologista Rafael Cunha do Centro de Tratamento Oncológico (CTO) do Grupo Oncoclínicas no Rio de Janeiro, destaca que, no estudo TOURMALINE-MM2, “houve um claro benefício na sobrevida livre de progressão, porém sem significância estatística. Os pacientes que apresentavam alteração citogenética de mau prognóstico foram os que mais se beneficiaram da associação”.

A hematologista Mariana Netto de Oliveira, médica do Centro Paulista de Oncologia (CPO), do Grupo Oncoclínicas, relata que, no APOLLO, a combinação do daratumumabe SC com uso de imunomodulador (pomalidomida) não aumentou a toxicidade do tratamento: “Houve apenas 6% de reação infusional, principalmente na primeira infusão, com o uso de daratumumabe SC, e 2% de reação no local de aplicação.”

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