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Cirurgia Cardiovascular

A cirurgia cardiovascular é um procedimento para quando a função cardíaca está comprometida. O tratamento do câncer pode ter efeitos colaterais no coração e, por isso, pode ser indicado esse tipo de cirurgia. Saiba mais.
Cirurgia Cardiovascular

A cirurgia cardiovascular é um procedimento bastante complexo e, por isso, é realizada por um cirurgião especializado, em conjunto com uma equipe multidisciplinar. Ela ocorre por meio de indicação médica, quando a função cardíaca do paciente está comprometida por conta de problemas relacionados ao coração.

Algumas pessoas confundem cirurgia cardiovascular com cirurgia vascular, mas não são a mesma coisa. A diferença está justamente nas partes que são operadas pelos cirurgiões. Enquanto a cirurgia cardiovascular trata de doenças que acometem o coração e vasos da base, a cirurgia vascular atende outras artérias, veias e vasos linfáticos.

A cirurgia cardiovascular pode ser realizada por inúmeros motivos. Um deles, por exemplo, é a necessidade de revascularização miocárdica. Nesse caso, um segmento da artéria ou veia é utilizado para desviar o sangue da aorta para as artérias coronárias.

Esse tipo de cirurgia também pode ser realizado como forma de tratamento das valvopatias cardíacas. Essas são doenças que afetam as válvulas do coração, dificultando o bombeamento do sangue para todas as demais partes do corpo, o que pode levar a graves problemas como, por exemplo, insuficiência cardíaca.

Além disso, esses procedimentos também podem ser realizados como forma de tratamento de cardiopatias congênitas. Essas doenças provocam uma alteração no desenvolvimento embrionário e afetam a estrutura cardíaca. No entanto, o objetivo mais conhecido das cirurgias cardiovasculares são a revascularização, a implantação de marcapassos e desfibriladores, utilizados para auxiliar no funcionamento normal do coração.

Dentre as categorias existentes de cirurgia cardiovascular, está aquela considerada como minimamente invasiva. É realizada por meio de uma técnica que consiste em uma mini incisão de mais ou menos oito centímetros, na região central do tórax.

A diferença em relação às demais cirurgias está justamente no tamanho da incisão, visto que um procedimento cirúrgico cardiovascular tradicional costuma contar com incisões de até 25 centímetros. Além disso, essa técnica se sobressai por ser considerada menos agressiva ao paciente.

O tempo de duração é próximo ao das cirurgias abertas, variando de 2h a 3h. Pelo corte ser menor, o índice de transfusão exigido para o paciente também é reduzido, assim como o tempo de recuperação – o qual é muito menos doloroso. Sendo assim, é uma técnica que vem ganhando popularidade.

Apesar da técnica estar conquistando espaço, por conta de seus benefícios, ela não é utilizada em todos os procedimentos cirúrgicos cardiovasculares. Isso porque, em alguns casos, por conta da anatomia do paciente ou outras questões, é necessário uma incisão maior. Ainda assim, o modelo vem sendo usado em trocas isoladas de válvula aórtica, por exemplo.

O Ministério da Saúde indica que todos os anos cerca de 300 mil brasileiros sofrem Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) [3], sendo que em 30% destes casos a vítima morre. Estimativas indicam que até 240 esse número será 250% maior. Por isso, é importante cuidar do seu coração desde cedo.

Uma das recomendações para evitar problemas cardíacos é praticar atividades físicas, além de reduzir os níveis de estresse e alimentos que prejudicam os níveis de colesterol. Aliás, pessoas que possuem uma alimentação saudável conseguem reduzir em 80% a taxa de óbito.

Cansaço, falta de apetite e náuseas e desmaios são alguns sintomas que indicam problemas no coração. Fique atento ao seu corpo, normalmente quando acontece algo fora do comum é sinal de que há alguma coisa errada. Procure um médico para realizar os exames indicados e se for necessária, a cirurgia.

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