7ª Edição

Estudos IMspire 150 e COMBI-i avaliam o papel da terapia tripla em melanoma avançado

por: Grupo Oncoclínicas
Estudos IMspire 150 e COMBI-i avaliam o papel da terapia tripla em melanoma avançado

Comissão científica

Carolina Cardoso
Carolina Cardoso
Frederico A. Nunes
Frederico A. Nunes
Rodrigo Perez Pereira
Rodrigo Perez Pereira
Sérgio Jobim de Azevedo
Sérgio Jobim de Azevedo

Colaboradores

Frederico Arthur P. Nunes
Frederico Arthur P. Nunes
Rodrigo Perez Pereira
Rodrigo Perez Pereira

O IMspire 150, um estudo clínico de fase III realizado por 112 institutos em 20 países, foi o primeiro a demonstrar um potencial benefício da chamada terapia tríplice no tratamento de pacientes com melanoma cutâneo metastático. Rodrigo Perez Pereira, líder de Práticas Assistenciais em Tumores Cutâneos do Grupo Oncoclínicas e um dos autores do estudo, explica que “este tratamento envolve um duplo bloqueio da via da MAP quinase, com o vemurafenibe (bloqueador BRAF) e do cobimetinibe (bloqueador MEK), que são fármacos orais, em associação com atezolizumabe, um inibidor de checkpoint imunológico (anti-PD-L1). Neste sentido, ele é extremamente importante por abrir mais uma possibilidade terapêutica para esta população de pacientes”.

Outro trabalho semelhante, o COMBI-i, não alcançou o objetivo primário ao analisar uma combinação tripla de terapias em pacientes com melanoma avançado. Segundo Frederico Arthur P. Nunes, oncologista clínico do Grupo Oncoclínicas Rio de Janeiro e membro do Comitê Nacional de Melanoma e Sarcoma do Grupo Oncoclínicas, neste estudo, após um seguimento mediano de 27,2 meses, não houve benefício na sobrevida livre de progressão com o tratamento triplo quando comparado ao braço de terapia dupla: “A sobrevida global não foi testada estatisticamente, e as medianas não foram alcançadas em ambos os braços”, explica.

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